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08 de novembro de 2018

Sicoob Coopere participa do IV Fórum de Cidadania Financeira

Sicoob Coopere participa do IV Fórum de Cidadania Financeira

O Sicoob Coopere está presente no IV Fórum de Cidadania Financeira, organizado pelo Banco Central (BC), em Brasília, nos dias 7 e 8 de novembro. De acordo com o BC, o objetivo principal do Fórum é discutir o desenvolvimento e a oferta de serviços financeiros responsáveis, economicamente viáveis e que atentem a princípios como transparência, ética e equidade no relacionamento entre clientes e provedores, levando em conta o presente cenário globalizado e de alta digitalização, bem como a realidade brasileira.

Para o diretor de relacionamento do Sicoob Coopere, Ranúsio Cunha, “o endividamento das pessoas que até pouco tempo atrás não era debatido pelas organizações, inclusive pelo órgão regulador, agora é ponto de pauta e considero um avanço importante para a promoção da cidadania financeira”, destacou.

Na opinião do diretor administrativo da cooperativa, Decivaldo Santos, o Banco Central tem se mostrado preocupado com a situação educacional das comunidades. “Não basta apenas incluir, é preciso saber gerir suas finanças independente da classe social a qual pertença o cidadão”, frisou.

I Relatório de Cidadania Financeira

Durante o Fórum, foi divulgado o I Relatório de Cidadania Financeira, com as mais recentes análises sobre o panorama da educação, inclusão e proteção financeira no Brasil. Confira abaixo alguns destaques.

– Todos os municípios do Brasil têm pelo menos um ponto de atendimento físico. Apesar da alta capilaridade, há tendência de queda, com redução em todas as regiões. Em 2017, o país tinha, no total, 257.570 pontos de atendimento, contra 277.982 em 2015;

– O uso de canais remotos vem crescendo. As transações por smartphones e PDAs aumentaram 19% entre 2015 e 2017, e já representam 35% da quantidade total de transações (remotas e presenciais). A importância dos canais presenciais ainda é grande;

– O percentual da população com relacionamento bancário manteve-se estável entre 2015 e 2017. São 86,5% de brasileiros adultos com posse de conta;

– A quantidade de pessoas com operações de crédito também ficou praticamente estável nesse período, apresentando uma leve oscilação de 45% para 44% da população. A penetração do crédito apresenta variações nas diferentes faixas de renda. Do total da população com renda até 1 salário mínimo, 11% têm operações de crédito. No caso dos microempreendedores individuais, 8,5% tinham operação de crédito em nome da empresa em 2017;

– A população que recebe até 1 salário mínimo tem o maior comprometimento de renda (25,2%) e a maior inadimplência (6,4%). Além disso, também sofreu a maior desalavancagem financeira, com uma redução no endividamento de 74,3% para 51,8%, entre 2015 e 2017;

– O Brasil avançou na inclusão de pessoas no sistema financeiro, mas deixa a desejar na educação financeira. Para avaliar o grau de cidadania financeira , o Banco Central fez um novo índice. Numa escala de zero a 100, a média do país é de 41,5. Como na maior parte dos indicadores econômicos, os dados refletem a desigualdade no país. As regiões com as piores notas são Norte e Nordeste.


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